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A vida sexual após o câncer de próstata

A vida sexual após o câncer de próstata

Não dá para negar que o tratamento para o câncer de próstata, assim como para qualquer outro tipo de câncer, pode ser um tanto quanto agressivo, o que pode acabar causando inúmeras dúvidas em pacientes a respeito da vida sexual após vencer esse câncer.

Muitos homens não sentem disposição para manter uma vida sexual ativa ao passar por um câncer como esse, isso acontece por fatores como a localização do tumor na região pélvica, mas também devido à preocupação, cansaço e intensidade do tratamento.

Vencer o câncer é uma grande conquista e após tanto tempo de tratamento, a vida do paciente, finalmente, começa a voltar à normalidade. Sendo assim, é natural voltar a sentir suas necessidades sexuais, mas será que é possível manter tudo como era antes do câncer?

Neste artigo, a Clínica Urodinâmica esclarecerá essa dúvida. Acompanhe a leitura!

Os riscos pós-tratamento

Em geral, o câncer de próstata pode ser tratado por meio de duas técnicas, sendo elas, a radioterapia e a prostatectomia – cirurgia que remove toda a próstata.

A disfunção erétil pode ser um efeito colateral dos dois tipos de tratamento. Sendo que, a intensidade do problema varia para cada um e também pode estar relacionado com outros fatores como diabetes, colesterol alto e tabagismo, que funcionam como um agravante para essa situação.

De volta à vida sexual

Se não houver nenhum tipo de complicação durante o período de recuperação, o paciente deverá questionar seu médico quando poderá voltar a ter suas relações. Em homens que não conseguem ter ereções após a cirurgia ou em casos de ereções parciais, há a possibilidade do uso de medicações estimulantes de ereção.

Cabe ressaltar que nem todos os pacientes precisam dessa medicação. Muitos, de forma natural, podem se sentir aptos e dispostos a dar continuidade a sua vida sexual.

O desempenho sexual do homem operado também não é afetado, porém perde-se a capacidade do corpo do homem produzir o sêmen em casos do tratamento cirúrgico do câncer, pois o procedimento remove próstata e vesículas seminais, órgãos produtores do líquido seminal.

A falta de ejaculação não significa que o paciente não sentirá mais prazer. A ejaculação tem uma finalidade apenas reprodutiva.

Ainda ficou com alguma dúvida? Procure um urologista em nossa clínica, entre em contato!

Novembro Azul: Tudo que você precisa saber sobre o Câncer de Próstata.

Novembro Azul: Tudo que você precisa saber sobre o Câncer de Próstata.

O mês de novembro é dedicado a conscientização da saúde masculina, e a campanha do Novembro Azul reafirma a importância de focar a atenção nos tumores urológicos.

O câncer de próstata, segundo mais comum entre os homens, é a causa de morte de 28,6% da população masculina, e de acordo, com um estudo do Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido a enfermidade.

Esse número alto de mortes ocorre, infelizmente, porque a maioria dos homens só descobrem o câncer quando os sintomas estão fortes e a doença está em um estágio avançado.

Nesse artigo você vai encontrar todas as informações que precisa saber sobre o câncer de próstata. Continue a leitura!

O que é a próstata?

A próstata é uma glândula do sistema reprodutor masculino, que pesa cerca de 20 gramas, e se assemelha a uma castanha. Ela localiza-se abaixo da bexiga e sua principal função, juntamente com as vesículas seminais, é produzir o esperma.

Fatores de risco

Existem alguns fatores de risco que podem aumentar as chances de um homem desenvolver câncer de próstata, são eles:

  • Idade – Estudos apontam que tanto a incidência, quanto a mortalidade aumentam significativamente após os 50 anos.
  • Histórico familiar – Pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos podem demonstrar tanto fatores genéticos, quanto hábitos alimentares e estilo de vida de risco de algumas famílias.
  • Sobrepeso e obesidade – O excesso de gordura no corpo aumenta o risco de câncer de próstata avançado.

Quais os sinais e sintomas?

Quando em estágio inicial, o câncer de próstata tem evolução silenciosa, e em geral, os pacientes não apresentam nenhum sintoma. Entretanto, quando apresentam, estes são semelhantes aos de crescimento benigno da próstata, sendo:

  • Dificuldade de urinar;
  • Necessidade de urinar mais vezes durante dia ou à noite.

Na fase avançada, os sintomas mais comuns podem ser a dor óssea e sintomas urinários ou, quando mais graves, infecção generalizada ou insuficiência renal.

Prevenção

Estudos comprovam que uma um dieta rica em frutas, verduras, grãos e cereais integrais, com menos gordura (principalmente as de origem animal) ajuda a diminuir o risco de câncer, e outras doenças crônicas não-transmissíveis.

Além disso, outros hábitos saudáveis também são recomendados, como:

  • A prática diária de atividade física;
  • Índice de Massa Corporal (IMC) adequado;
  • Diminuir o consumo de álcool;
  • Não fumar.

Detecção precoce

A detecção precoce do câncer de próstata é uma estratégia utilizada para encontrar um tumor numa fase inicial, que possibilita maior chance de um tratamento bem sucedido.

Ela é feita através da investigação com exames clínicos, laboratoriais, endoscópios ou radiológicos de pessoas com sinais e sintoma sugestivos da doença.

Como é feito o diagnóstico?

Para investigar a presença ou não do câncer de próstata, são feitos basicamente dois exames iniciais:

  • Exame de toque retal – Nesse exame o médico avalia tamanho, forma e textura da próstata, introduzindo o dedo protegido por uma luva lubrificada no reto. Este exame permite palpar as partes posterior e lateral da próstata.
  • Exame de PSA –  Esse é um exame de sangue que mede a quantidade de uma proteína produzida pela próstata – Antígeno Prostático Específico (PSA). Níveis altos dessa proteína podem significar câncer, mas também doenças benignas da próstata.

A confirmação do câncer de próstata é feita através de uma biópsia. Nesse exame são retirados pedaços muito pequenos da próstata para serem analisados no laboratório. 

A indicação da biópsia depende do toque retal e valores de PSA.

Quais as formas de tratamento?

Para a doença localizada, ou seja, que só atingiu a próstata e não se espalhou para outros órgãos, os tratamentos que podem ser oferecidos são:

  • Cirurgia;
  • Radioterapia;
  • Observação vigilante (em situações especiais).

Para a doença localmente avançada, pode ser recomendado:

  • Radioterapia;
  • Cirurgia em combinação com tratamento hormonal.

Para a doença metastática, ou seja, quando o tumor já se espalhou para outras partes do corpo, o tratamento mais indicado é a terapia hormonal.

A escolha do tratamento mais adequado deve ser individualizada, e é definida após médico e paciente discutirem os riscos e benefícios de cada um.

Vasectomia não leva a impotência – Entenda o porquê!

Vasectomia não leva a impotência – Entenda o porquê!

Apesar da divulgação de diversas informações sobre o durante e o pós procedimento, muitos homens ainda resistem em fazer a vasectomia por medo de que a intervenção cirúrgica cause impotência sexual.

Entretanto, não há qualquer relação entre virilidade e esterilidade, e a partir da leitura desse artigo você entenderá o porquê. Acompanhe!

O que é a vasectomia?

A vasectomia é um método de contracepção cirúrgica recomendada para homens que não desejam mais ter filhos. Se trata de uma intervenção cirúrgica simples, rápida e segura, que não requer internação hospitalar e é feita por um urologista no consultório médico, sob anestesia local.

Na vasectomia, o médico corta os canais responsáveis por conduzir os espermatozoides dos testículos ao pênis. Dessa forma, os espermatozoides não são liberados durante a ejaculação, evitando que o óvulo seja fecundado e que ocorra a gravidez.

O homem que se submete à vasectomia continua ejaculando normalmente, embora o sêmen deixe de conter espermatozoides. E para que seja confirmado o sucesso da cirurgia, o urologista encarregado do procedimento solicita ao paciente que realize um exame espermograma, que mede a presença e quantidade de espermatozoides no sêmen.

De acordo com a legislação brasileira, o paciente que deseja se submeter à vasectomia deve ter no mínimo 25 anos ou pelo menos dois filhos nascidos vivos.

Virilidade x Esterilidade

Apesar de muitos associarem a vasectomia à impotência, do ponto de vista biológico essa associação não faz nenhum sentido. Afinal, não existe nenhum prejuízo ou vantagem orgânica com relação à potência ou à performance sexual e, ao contrário do que muitos pensam, a libido do homem que se submete à vasectomia tende a aumentar – e não diminuir – devido a maior produção de testosterona, o hormônio responsável por aumentar a libido.

A vasectomia é uma cirurgia feita apenas nos canais deferentes, ou seja, canais que estão dentro do escroto. Sendo assim, o pênis não é afetado e dessa forma não é possível que o procedimento cause impotência. No entanto, o que pode ocorrer é que no momento da relação sexual, alguns homens fiquem ansiosos, o que dificulta a ereção, especialmente durante as primeiras semanas, enquanto a região genital ainda está dolorida, por exemplo.

Saiba mais, entre em contato com a nossa Clínica Urodinâmica

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Cistite o que é e como tratar?

Cistite o que é e como tratar?

Cistite é uma infecção da bexiga. Geralmente, é causada por uma bactéria que trato urinário, pode infectar a uretra, a bexiga ou rins. Apesar de todos estarem sujeitos à cistite, ela ocorre mais em mulheres porque suas características favorecem seu surgimento. A uretra da mulher é mais curta e está mais próxima do ânus. Os casos nos homens, costumam ocorrer depois dos 50 anos, pois acontece o crescimento da próstata, que provoca retenção de urina na bexiga e pode causar cistite.
Os sintomas se assemelham muito a infecção de urina e entre eles estão – vontade constante de urinar, ardor, dor nas costas e bexiga e febre.
Para evitar esse problema é importantíssimo consumir muita água, não ficar longos períodos sem urinar, e cuidar da higiene intima.

Tratamento
A melhor maneira de tratar é consultando um Urologista, ele fará o diagnóstico e prescreverá o medicamento certo para seu tipo de problema.
A qualquer sinal de problema, procure ajuda imediatamente.

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Qual a diferença entre Nefrologista e o Urologista?

Qual a diferença entre Nefrologista e o Urologista?

Basicamente, a diferença entre esses dois especialista é em até que ponto cada um atua.
O Nefrologista é um especialista de problemas renais, somente. Além disso, o nefrologista atende casos em que o paciente pode ser tratado somente com medicamentos.
O Urologista por sua vez, atende pacientes com outros tipos de problemas, não somente os renais. Porém, abordando os problemas renais, o Urologista trata casos mais graves, aqueles que precisam de intervenção cirúrgica.
Quando procurar o Urologista?
O Urologista, não é um médico que cuida só dos órgãos reprodutivos masculinos, como muitos pensam. Ele trata os órgãos do trato urinário – rins, bexiga, ureteres, uretra, próstata e genitália masculina.
Homens e mulheres devem passar com esse especialista sempre que precisarem. No caso dos homens é recomendado no mínimo uma consulta por ano, especialmente depois dos 40 anos, para a prevenção do câncer de próstata. As mulheres devem procurar esse especialista para analisar problemas como incontinência e infecção urinária, o acompanhamento desse médico pode ser essencial em avaliar riscos de câncer nessa região.
Quando procurar um nefrologista?
O Nefrologista deve ser procurado quando o problema é especifico do rim – insuficiência renal, cistos, infecção de urina constante. Além disso, fique atento a edemas, inchaços, urina com sangue, mais de um calculo renal ou infecção de urina.
Consulte um Urologista
O Urologista, muitas vezes trabalha junto com o Nefrologista, para garantir que o problema do paciente seja bem tratado.
Se você estiver com algum sintoma, ou problema e estiver em duvida de que médico consultar marque sua consulta com um de nossos médicos especialistas e eles irão te orientar sobre qual melhor método a seguir.


www.urodinamica.com.br
Dr. Victor Miyakuchi
CRM 135.681

Como o home office pode afetar sua saúde urológica?

Como o home office pode afetar sua saúde urológica?

Com a chegada da pandemia do novo covid-19 (corona vírus), muitas empresas acabaram adotando temporariamente ou definitivamente o home office, e isso acaba alterando a rotina dos envolvidos.
Muitas pessoas tem desenvolvido a cistite (infecção de urina). Isso porque, o indivíduo acaba criando a tendência de trabalhar por mais tempo, diminui o consumo de água e aumenta o tempo sem urinar. Além disso, muitos pacientes alteram seus hábitos alimentares e sua rotina normal de exercícios.
Como evitar problemas
Para evitar esse problema desconfortável que pode se tornar um problema grave, continue ao máximo com sua rotina anterior, bebendo muito líquido e se levantando da cadeira sempre que possível. Porém se você precisa conciliar seu home office com cuidar dos seus filhos, é importante criar hábitos que ajudem você conciliar os dois sem perder o foco no trabalho.
Caso esteja sentindo vontade excessiva de urinar, ardência, sensação de que a bexiga não esvazia, o melhor a fazer é consultar um urologista sem demora.

Para uma vida melhor entre em contato para uma avaliação através das nossas linhas de contato.
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