Artigos - Crianças e Adolescentes
Saiba as recomendações da Sociedade Brasileira de Urologia

Talvez esse artigo virasse um livro daqueles bem pesados se nós fossemos listar e discutir tudo que, felizmente, tem uma base científica bem estabelecida para ser usado como tratamento das inúmeras doenças urológicas. Alguns, contudo, podem ser listados e podem lhe ajudar no seu dia-a-dia e no de seus familiares.


Na infância e na adolescência

O cuidado urológico começa no nascimento, pois nesta ocasião deve-se estar atendo à formação genital da criança e qualquer alteração poderá requerer a atuação do urologista. Testículos fora da bolsa, água que aumenta o volume da bolsa (hidrocele), alteração da uretra e do próprio pênis.

Na adolescência, uma época de transformação do organismo masculino, é importante acompanhar essas transformações. É recomendável o adolescente aprender a fazer a palpação dos testículos e saber se algo estranho está acontecendo. Veias dilatadas e o endurecimento do testículo merecem a avaliação do urologista. Nesta hora é importante o jovem aprender a fazer higiene genital e se prevenir das Doenças Sexualmente Transmissíveis. A prevenção é a chave do sucesso!

As doenças sexualmente transmissíveis andam lado a lado com a atividade sexual. Provavelmente elas só vão desaparecer se um dia acabarem as relações sexuais. Você talvez já tenha aprendido tudo sobre elas, mas pense em seu filho adolescente. Não deixe que ele aprenda por “experiência própria” ou tenha um “e prevenção de doenças permeiam o universo masculino. Não sofra calado! A orientação do urologista poderá desfazer mitos e interrogações, inclusive evitando tratamentos e professor” naquele amigo mais saidinho. Logo você, que tem se esmerado( e investido!) tanto na educação dos seus filhos, vai descuidar desse aspecto?

Além de um canal de comunicação com o urologista, sem eventuais barreiras e vergonhas que possam existir, saiba que há algumas doenças na adolescência que podem ser tratadas evitar uma série de problemas futuros: desde um simples fimose ou excesso de prepúcio que interfere negativamente no início das atividades sexuais do garoto, passando por uma variocele que pode influenciar negativamente s fertilidade quando ele for um adulto jovem, na época dos seus netos, e mesmo alguns tumores de testículo, atrofias testiculares, etc. Se você tem uma filha adolescente que já menstruou, pode ter certeza de que sua esposa já a levou ao ginecologista. Seu filho também merece um acompanhamento nesse sentido.


(Texto extraído do Manual da Boa Prática Urológica da SBU-2009)

 


 

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