Artigos - Homens
Incontinencia Urinária


O que você precisa saber sobre incontinência
 
Incontinência Urinária por esforço

Incontinência urinária significa que há vazamento de urina durante estresse físico quando a pressão abdominal aumenta. A incontinência pode ocorrer com: risos, espirros, tosses, ao levantar-se de uma cadeira ou cama, ao correr, ou até ao andar. Ocasionalmente, o vazamento vai ocorrer durante relações sexuais, especialmente se a bexiga estiver cheia.

O grau de vazamento pode variar de algumas gotas para uma verdadeira “torneira”, molhando até os joelhos ou pés. A freqüência do vazamento também pode variar muito desde uma vez por mês, até varias vezes por dia. O vazamento pode ocorrer se a bexiga estiver cheia e a mulher fizer exercícios físicos de maior esforço como aeróbica, ou pode ocorrer quando a bexiga esta parcialmente cheia e a paciente apenas se levanta. A quantidade e a freqüência do vazamento normalmente determina quais precauções tomar para controlar o problema. Na sua forma mais básica, a incontinência urinária por estresse ocorre apenas com o aumento de pressão intra-abdominal.

Incontinência de urgência é um tipo de vazamento que ocorre com uma vontade repentina de urinar que a paciente não controla. É importante tentar distinguir esses dois tipos de vazamento urinário já que o tratamento é diferente para cada um, e se o tratamento for dado para o tipo errado de incontinência, o paciente não se cura. O tratamento adequado para a incontinência por estresse cura a maioria dos pacientes que também tem incontinência de urgência.

Incontinência urinária não ameaça a vida, nem os órgãos do paciente, portanto, o tratamento começa quando o paciente decide que a incontinência incomoda o suficiente para tratá-la. O tratamento de incontinência pode incluir exercícios dos músculos pélvicos (chamados exercícios Kegel) e/ou medicamentos que podem ser usados nos casos mais simples.
A maioria dos pacientes requer um exame relativamente simples antes da operação para confirmar o tipo e o grau da incontinência e o estado do colo da bexiga e sua relação com a uretra.

A correção cirúrgica da uma satisfação a longo prazo para 80-85% dos pacientes. Eles podem correr, pular e rir novamente sem constrangimentos.


Aparelho urinário

Conheça o nome dos órgãos urinários e genitais masculinos:
 
Já vimos o desenho com os órgãos sob a responsabilidade do urologista, mas não custa dar os nomes técnicos de cada um e conhecer um pouquinho deles. 


Adrenais

São duas glândulas, como dois chapeuzinhos, que ficam na parte de cima dos rins.
São importantes no controle dos sais do organismo e mesmo na produção de corticóides naturais do nosso corpo.


Rim

São dois órgãos em forma de feijão, ligados diretamente à aorta, nossa principal artéria.
Os rins são dois grandes “filtros” do organismo. Filtros inteligentes porque não apenas separam o excesso de líquido de sangue, mas controlam a eliminação das impurezas, substâncias finais de muitas reações orgânicas que não servem mais ao organismo, assim como também controlam os sais como sódio, potássio e uma infinidade de elementos químicos do organismo.

O rim ainda tem um papel importantíssimo no controle da produção dos glóbulos vermelhos (feito na medula óssea) e também na regulação da pressão arterial (aquela que medimos no braço). O rim funciona em harmonia com o coração e os pulmões.


Ureteres

São dois tubos, um a cada lado, ligando o rim à bexiga.
Transportam a urina (mesmo que você esteja de ponta cabeça!)


Bexiga

É uma bolsa de músculo que vai armazenando quantidades crescentes de urina, sem o músculo se contrair até ficar cheia, quando envia sinais ao cérebro avisando que estamos com vontade de urinar.


Uretra

É o canal que liga a bexiga ao mundo exterior.
É a parte final do trato urinário. No homem ela é mais longa e na mulher é mais curta. Além de conduzir o xixi também apresenta áreas específicas que funcionam como nossas “torneiras”, tecnicamente esfíncteres que permitem ficarmos secos sem perder xixi continuamente.


Próstata

É uma glândula existente somente nos homens, como se fosse uma pêra pequenina, localizada logo abaixo da bexiga, na saída da uretra.
O canal do xixi passa no meio dela. A próstata produz o esperma, líquido que serve de transporte para os espermatozóides, que são as células fecundantes do homem, produzidas no testículo.


Vesículas seminais

São duas estruturas que ficam logo atrás da próstata e que funcionam como “depósito de esperma”.
Delas saem dois canais fininhos que passam pelo meio da próstata e desembocam na uretra, por aí passa também uma parte do esperma com os espermatozóides (são os dutos ejaculadores).


Deferentes

São dois canais bem resistentes que ligam as vesículas seminais/próstata aos epidídimos/testículos.
Há um de cada lado e eles dão a volta por trás da bexiga e descem pela região inguinal, ao lado interno da virilha. Transportam o líquido seminal com os espermatozóides.


Epidídimo

São dois órgãos cilíndricos que ficam na parte de trás dos testículos de alto a baixo deles. São muito ligados aos testículos pois são, na realidade, um enovelamento de um único tubo onde os espermatozóides produzidos nos testículos sofrem algumas reações finais na sua maturação.


Testículos

São as duas glândulas ou gônodas masculinas, equivalentes aos dois ovários que a mulher tem.
Eles produzem os hormônios masculinos (testosterona) e também produzem células fecundantes do homem (os espermatozóides).

Esses espermatozóides é que “nadam” em direção ao óvulo da mulher quando existe a ejaculação no trato genital feminino. A mulher produz um óvulo por ciclo menstrual e o homem produz milhões de espermatozóides a vida toda.


Pênis

Órgão sexual masculino.
É composto por três cilindros (2 cavernosos e 1 esponjoso por onde passa a uretra). Os três cilindros são fortemente fixados à pelve e do estado flácido passam ao estado ereção (como esponjas que se enchem de sangue, que ali fica retido (dando a rigidez ao órgão).

A “cabeça” do pênis tecnicamente é chamada de glande e o restante da haste peniana é chamado de corpo peniano. Prepúcio é a pele que recobre a glande. Na sua parte de baixo existe o “freio”, cujo nome técnico é frênulo.

O prepúcio em muitas culturas e religiões é retirado logo ao nascimento, o que se denomina circuncisão. A realização dessa cirurgia sem finalidades religioso-culurais leva o nome de postectomia. Fimose é a impossibilidade de puxar o prepúcio para trás, para expor a glande. Excesso de prepúcio ou prepúcio longo ou exuberante pode ocorrer na ausência de fimose.


(Texto extraído do Manual da Boa Prática Urológica da SBU-2009)


 


 

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